17/10/2020

Terapia ortomolecular: O que é e como funciona?

Terapia ortomolecular: O que é e como funciona? 

A terapia ortomolecular é baseada no equilíbrio de nutrientes no corpo para se manter saudável e tratar certas doenças.

Para ajudar você a entender mais sobre a terapia ortomolecular, preparamos este artigo sobre o assunto. Ficou interessado em saber mais? Então acompanhe agora mesmo!

O que é Terapia Ortomolecular?

A terapia ortomolecular tem um princípio muito simples que afirma que a manutenção da boa saúde e o tratamento das doenças podem ocorrer através de uma alteração da concentração de substâncias vitais (vitaminas e minerais) no corpo. Dessa forma, é essencialmente uma prática terapêutica nutricional.

Esta terapia alternativa baseada em alimentos envolve nutrição balanceada e uma dosagem precisa de vitaminas, minerais, enzimas, antioxidantes, aminoácidos, ácidos graxos essenciais, pró-hormônios, probióticos, fibra alimentar e ácidos graxos de cadeia curta.

Indo naturalmente em busca do próprio equilíbrio bioquímico, o organismo desencadeia por si mesmo processos de cura no nível celular, na prática contando com a capacidade que possui de se curar.

O termo "ortomolecular" foi usado pela primeira vez pelo Prêmio Nobel de Química Linus Pauling em 1968 expressando a "ideia das moléculas certas na quantidade certa".

Pauling, consequentemente, definiu a terapia ortomolecular como "o tratamento de doenças otimizando as concentrações de substâncias normalmente presentes no corpo humano" e também "prevenção para a saúde e o tratamento de doenças por meio da variação da concentração no corpo humano de substâncias nele presentes que servem para a manutenção da saúde ”.

Antes mesmo dele, sem lhe dar um nome oficial, foi o Dr. Frederick Klenner, na década de 1940, um médico da Carolina do Norte, que experimentou o uso de doses maciças de vitamina C para o tratamento da poliomielite.

Como funciona a Terapia Ortomolecular?

Ao atuar em processos bioquímicos muito complexos, a terapia ortomolecular é capaz de sugerir soluções relativamente simples, baseadas essencialmente em hábitos alimentares e estilos de vida.

De acordo com a terapia ortomolecular, uma integração correta com substâncias nutricionais de qualidade é capaz de devolver a saúde, qualidade de vida, boa forma e suprir as deficiências nutricionais cada vez mais presentes nos dias atuais.

O tratamento é levado a cabo, depois de um exame cuidadoso que mostram se há deficiências de vitaminas, minerais e outros nutrientes, para inicialmente corrigir o “Terreno” que quando em desequilíbrio predispõe as enfermidades.

As deficiências nutricionais podem se manifestar inicialmente com sintomas muito gerais, como dor de cabeça, fadiga, necessidade constante de consumir alimentos ou doces ou alterações de humor e, geralmente, não são encontradas em exames de sangue normais, mas por outros exames, como a diátese, a anamnese, o mineralograma e a análise de tecido capilar.

Na verdade, hoje em dia os alimentos já não são tão ricos em substâncias nutritivas: a poluição do ar, da água, a exploração do solo pelas monoculturas de grande extensão, os agrotóxicos, as modificações genéticas, etc; empobreceram e contaminaram inequivocamente os alimentos, também através do processamento industrial, grande parte dos elementos nutritivos está sendo destruído.

Atualmente tanto a ciência como a medicina tradicional, inicialmente céticas quanto a isso, estão afirmando que a suplementação por meio de substâncias nutricionais pode ser preventiva e terapêutica e extremamente necessária para a nossa saúde e qualidade de vida nos dias de hoje.

De fato, com o avanço das pesquisas sobre nutrição celular, o conceito ortomolecular e micro nutrição parece ter hoje um enorme crescimento de disseminação e aceitação.

O que a Terapia Ortomolecular cura?

A Terapia Ortomolecular, como terapia complementar, pode ser utilizada em praticamente quaisquer casos, pois busca antes de qualquer coisa, equilibrar o organismo e dar-lhe suporte para enfrentar melhor qualquer enfermidade, bem como potencializar o efeito de qualquer tratamento alopático e a recuperação do paciente.

Entre as patologias de maior interesse, para o tratamento ortomolecular, a AIMO (International Association of Orthomolecular Medicine) relata: disfunções hormonais, impotência, infertilidade, menopausa, osteoporose, aterosclerose, dores nas juntas, reumatismos, fibromialgia, cândida, distúrbios digestivos, hepato-biliares, intestinais, constipação, depressão, insônia, transtornos mentais, estresse e irritação, inflamações crônicas, fadiga, falta de energia, obesidade, entre outros.

A terapia ortomolecular também auxilia como coadjuvante nos casos de autismo e câncer. Há ainda o conceito de "individualidade bioquímica", um princípio básico da terapia ortomolecular, que pode ser descrito da seguinte maneira:

"Cada indivíduo tem seu próprio regime nutricional. Embora a lista de nutrientes necessários seja a mesma para todos, as quantidades individuais de que precisamos não precisam ser as mesmas para cada indivíduo”.

Isso significa que cada pessoa tem sua própria necessidade subjetiva de substâncias nutritivas, vitaminas e minerais. Devido às predisposições genéticas, a bioquímica do organismo atua em cada indivíduo de maneiras diferentes.

Dessa forma, a necessidade de substâncias nutritivas das células é individual e diferente de pessoa para pessoa. Em outras palavras, o que pode ser suficiente para uma pode ser insuficiente para outra. De fato, muito depende do tipo de constituição que cada um tem e do tipo de vida que leva.

Para quem é útil?

A terapia ortomolecular serve de apoio para todas as pessoas que queiram desfrutar de uma vida plena e com qualidade, que queiram enfrentar a vida de frente, com energia, ânimo e muita disposição, que queiram envelhecer com saúde e  também para aqueles com deficiências nutricionais crônicas e com as várias patologias a elas relacionadas.

Também é útil para aqueles que seguem terapias medicamentosas crônicas (por exemplo: tratamentos à base de cortisona, quimioterapia, diabetes, etc.), para os quais a terapia ortomolecular teria como objetivo intervir, como medicina complementar, reduzindo os efeitos colaterais ou os danos a curto, médio e longo prazo de certos medicamentos e ainda potencializando o efeito do tratamento alopático convencional, por proporcionar um equilíbrio do “terreno”.

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Como você pode ver, de acordo com a terapia ortomolecular, uma integração correta com substâncias nutricionais (vitaminas, minerais e suplementos) de qualidade e na quantidade certa é capaz de devolver a saúde, qualidade de vida, boa forma e suprir as deficiências nutricionais cada vez mais presentes nos dias atuais.

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